Como adequar embalagens para fast food às leis atuais

As embalagens para fast food precisam atender a algumas legislações que visam à preservação da saúde de quem consome e do meio ambiente. No entanto, adequar sua hamburgueria a tais normas não deve ser uma preocupação somente legal, mas de gerar valor ao produto comercializado. 

Aliás, as embalagens sustentáveis já estão sendo vistas como uma estratégia para a captação de clientes. Isso porque muitos consumidores vêm mudando seus hábitos, prezando pela sustentabilidade e pelos estabelecimentos que adotam essa política.

A seguir, entenda um pouco mais sobre as legislações e a necessidade de mudanças por parte das empresas.

A legislação das embalagens de fast food

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) é responsável por fiscalizar as embalagens. O órgão deve garantir a proteção e segurança dos alimentos, principalmente contra agentes contaminantes e alterações externas perigosas à saúde de quem os consome.

De acordo com a Resolução RDC 91/2001, da Anvisa, os requisitos para que as embalagens de fast food (e alimentação em geral) possam ser utilizadas incluem:

  • contar com o uso de substâncias aprovadas;

  • ter baixas taxas de migração de componentes da embalagem ao alimento;

  • conter um sistema de fechamentos eficientes, para evitar vazamentos e contaminações.

Materiais reciclados, metálicos, de cerâmica, vidro e celulósico (como os papéis) são liberados desde que atendam às especificações acima. Já as embalagens à base de material reciclado elastômero (materiais elásticos, como os emborrachados) não são permitidos.

O uso do isopor

Desde o início de 2019, Nova York aprovou uma lei que proíbe o uso de embalagens produzidas com poliestireno expandido, nome científico do isopor. A medida é uma maneira de preservação da saúde que também promove a sustentabilidade, pois esse material é proveniente do petróleo e prejudica o meio ambiente — o tempo de decomposição ultrapassa 140 anos.

No Brasil, já existe um projeto de lei (o PL 5482/16) que prevê a proibição do uso desse material em alimentos naturais, processos e bebidas em qualquer tipo de estabelecimento comercial.

Aliás, de acordo com um relatório produzido pela Plastics BAN (Better Alternatives Now), o isopor foi considerado um dos piores e mais perigosos poluidores. Trata-se também de um dos responsáveis pelo desenvolvimento de câncer entre os animais.

Sendo assim, podemos considerar que a tendência é que o isopor caia em desuso. Portanto, é preciso se adequar a essa nova realidade não somente para evitar penalidades, mas se posicionar em prol do ambiente e do valor de seu estabelecimento.

As embalagens sustentáveis

Em um cenário de adequação e geração de valor, é necessário que você opte por soluções inovadoras, que estejam dentro da lei e permitam se destacar em meio à concorrência. Exemplos disso são as embalagens ecológicas

Além de menos poluentes, por terem rápida decomposição, elas deixam claro para o consumidor sua preocupação com o ambiente. Vale lembrar que esse já é um dos aspectos que fazem parte da decisão de compra de muitos clientes.

As embalagens para fast food não são mais meros materiais para transporte. Investir em boas e inovadoras soluções permite reduzir os custos com compras, aumentar as vendas, fortalecer sua imagem sustentável no mercado e, ainda, evitar o risco de ser penalizado.

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